Quem não conhece o Joca? Confira a história de um dos maiores clássicos de Alphaville!

Morador do bairro desde 1986, por onde passa, João Carlos Dadian é reconhecido por seu carisma e, principalmente, pela boa prosa

Quem mora no bairro, no mínimo, vai responder que sim ou que já ouviu falar dele. João Carlos Dadian, 44 anos, é uma personalidade. Por onde passa, faz novos amigos e é conhecido por seu carisma e pelo simples fato de conversar com todo mundo. “Conhecer pessoas me faz muito bem, e eu penso da seguinte forma: se você vai a um lugar sempre, vale a pena conhecer quem está lá, conversar com as pessoas, perguntar como elas estão. Aonde eu vou, todo mundo me conhece e fala bem de mim, viu, deve ser por conta do meu jeito brincalhão”, destaca Joca. Para encontrá-lo, não é difícil, não, isso porque, na lista dos passeios preferidos, está passar a tarde no Alphaville Tênis Clube ou dar uma volta pelo shopping. “Sempre vou a esses lugares para conversar. No clube, vou passando em todas as salas, cumprimentando todo mundo, da faxineira ao presidente”, conta.

O gosto pela conversa e por fazer novas amizades já vem de criança. Dias depois de se mudar para Alphaville, a casa estava cheia de amigos. “Desde pequeno ele era muito comunicativo, se enturmava com todo mundo. Ele não gosta de ficar em casa, não gosta de ficar quieto, até brincam que ele é um avatar e consegue estar em vários lugares ao mesmo tempo”, conta Luciana, irmã dele. Para ter uma ideia da popularidade de Joca, só na agenda do celular, há uma média de 700 contatos. “Gravo o nome de todo mundo. Se não lembro do nome, gravo a fisionomia, aí já vou conversar com a pessoa para lembrar de onde eu conheço.”

Além da facilidade para desenrolar uma boa prosa, Joca tem outro talento: a música. Desde os três anos, ele toca bateria, e detalhe: aprendeu sozinho. “Toco também um pouco de guitarra, piano, mas bateria é meu forte, é a minha paixão.” Há alguns meses fazendo parte da banda da escola de música, Joca já tem planos para a carreira: “Quero ter minha própria banda e começar a tocar profissionalmente; é um sonho, mas quem batalha consegue tudo o que quer, não é mesmo?”, finaliza.

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