Onde rola bola, rola emoção

30/01/26 |
vero

Assim que colocamos o pezinho em 2026, nossos coração entraram em campo

ESTE SERÁ, com certeza, um ano de muitas emoções: feriados em dias da semana, eleições e o melhor de tudo, a Copa do Mundo.

Todo mundo sabe que o futebol é a paixão nacional. Muito mais do que um jogo, ele é fonte de orgulho, saúde (física e mental) e, principalmente, de alegria. O futebol profissional é um espetáculo: acompanhamos os campeonatos, admiramos os craques, torcemos pelos times do coração. Mas não é só quem vive do esporte que curte ver a bola rolar. O maior número de pontas-esquerdas está na pelada de quarta-feira com os amigos. É um espaço democrático: não importa pra quem você reza antes de dormir, a sua altura (Romário não nos deixa mentir) ou o carro em que você chegou ao campo. Na hora em que a turma pisa na grama (sintética ou não) ou na quadra (de concreto ou areia), os problemas ficam pra fora do alambrado. É verdade que as partidas, além de promoverem amizades, podem gerar inimizades. Não chega a ser um problema: qualquer diferença em campo acaba depois de uma linguicinha e uma cerveja gelada.

Um efeito colateral do fute do pessoal 40+ são as contusões. Ligamentos maduros não foram feitos para dribles inspirados no Ronaldinho Gaúcho. Joelhos e tornozelos estropiados enriquecem ortopedistas e enchem os consultórios de fisioterapia.

Mas não são todos os amantes do futebol que estão chutando a bola às quartas. Alguns estão ficando roucos no estádio. Outros, sentados em frente a uma TV (em casa ou no bar), escutam o locutor narrar as artimanhas do seu time e, no momento do gol, pulam feito o Cristiano Ronaldo. Em todas essas situações, não tem jeito, alguém vai sair feliz, alguém vai sair triste (ou p…). E o juiz, inevitavelmente, de orelha quente.

“No Brasil, o amor pela bola começa cedo. A primeira palavra de muitos brasileiros é bola.”

Enquanto ela voa, nossos corações alcançam voo. Nossos sonhos vão mais longe.

O fato é que, em 2026, não vai importar quem deu um carrinho numa pelada, quem secou seu time na final do campeonato ou se o seu melhor amigo virou a casaca. Na Copa, todos os brasileiros estão no mesmo time, independentemente da camisa de quarta-feira. Porque a camisa mais bonita será sempre a verde e amarela.

– Bia Garbato (@biagarbato)

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