De cinco em cinco anos: 9 histórias de como os moradores chegaram em Alphaville

Alguns vizinhos contam os motivos que os trouxeram para o bairro. Conheça!

Há 40 anos em Alphaville

“Parecia um sítio, mas foi uma decisão acertada dos meus pais”

A família de Clovis Cavalcanti, 52 anos, foi a décima primeira a se mudar para o bairro. “Eu tinha 11 anos, então, eu e meus amigos fomos as primeiras crianças a viver aqui, e passamos por muitas alegrias. Desde a rivalidade entre os residenciais 1 e 2, os campeonatos que chamávamos de Portilhalpha, piqueniques e a inauguração da Muleka.”

Há 35 anos em Alphaville

“A gente brincava aqui o tempo todo. Eram eternas férias”

A empresária Vanessa Prado Lopes tinha apenas cinco anos quando os pais vieram pra cá. “Os amigos da escola eram os mesmos da aula de inglês e do clube. A gente brincava de pega-pega na rua e ia para a casa do outro de bicicleta”, conta. Ela também lembra de quando chegava um novo vizinho ao condomínio. “Preparávamos um bolo para dar boas-vindas.”

Há 30 anos em Alphaville

“A verdade é que quem muda para cá, aqui quer ficar”

Maria da Penha Fernandes, 67 anos, morava em um condomínio em São Paulo construído pelo Takaoka. “A notícia sobre Alphaville se espalhou e logo compramos um terreno. Meus filhos vieram pequenos e cresceram aqui. Minha casa vivia cheia de crianças. Hoje moramos apenas eu e meu marido em um apartamento. Mas tenho muitas saudades dos churrascos que aconteciam todos os fins de semana na nossa casa ”, conta.

Há 25 anos em Alphaville

“Disse que não ia morar no mato. Ainda bem que fui convencida”

Nos anos 80, o marido de Maria Angela da Rocha, 62 anos, veio visitar a obra de um amigo, se apaixonou e quis comprar um terreno. “Eu fui contra, mas ele disse que seria só um investimento. Acabamos nos mudando em 1993. Mas só passei a amar Alphaville quando percebi meus filhos sem problemas de saúde, crescendo fortes e sadios, ao contrário de quando a gente morava em São Paulo.”

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Há 20 anos em Alphaville

“Queríamos que nossos filhos crescessem em Alphaville”

“Meu marido já morava aqui, e eu, em Osasco. Quando nos casamos, decidimos viver no bairro. E nesses 20 anos pude criar meus três filhos aqui. Lembro que as mães se conheciam na porta da escola, mas nosso ponto de encontro mesmo era no Cosmos (salão de festa)”, conta a empresária Andrea Bortolosso, 42 anos.

Há 15 anos em Alphaville

“Vir pra cá foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida”

A jornalista e atriz Alessandra Terra, de 47 anos, conheceuAlphaville quando veio gravar um comercial em um dosresidenciais. “Lembro que fiquei impressionada e comecei a vir aos fins de semana passear”, conta. Coincidentemente, em 2003, seu marido começou a trabalhar no bairro, e ela propôs: “Vamos alugar uma casa por um ano e ver se a gente gosta. O resultado é que estamos aqui até hoje. Sou uma apaixonada”.

Há 10 anos em Alphaville

“Não vamos mais a São Paulo, fazemos tudo aqui”

O empresário Cadu Moraes passou nove anos vindo da região do ABC todos os dias para trabalhar em Alphaville. Até que em 2008 ele se mudou de vez. “Hoje trabalho e moro no mesmo lugar. Consigo sair mais tarde de casa e até levar meus filhos para a escola. Aos fins de semana, adoramos pedalar juntos
na Via Parque.”

Há 5 anos em Alphaville

“Escolhi o bairro pelo valor do imóvel e localização”

Depois de frequentar o bairro todos os dias por causa da faculdade, Artur Major, de 31 anos, comprou um apê, casou e se mudou em 2013. “Surgiu a oportunidade de comprar um imóvel aqui e não tive dúvidas”, conta o auditor. Hoje, com dois filhos, ele costuma passear nas praças Oiapoque e do 18 do Forte, que ficam pertinho de sua casa, além de correr e andar de bike.

Acabou de chegar em Alphaville

“Vim da cidade maravilhosa, mas estou amando viver aqui”

O fotógrafo carioca Frederico de Souza, de 47 anos, torcia o nariz só de pensar em morar em São Paulo. Mas bastou uma visita a Alphaville para aceitar a ideia. Ele deixou o apartamento na Barra da Tijuca e veio para cá com a família no começo deste ano, por causa do trabalho de sua esposa. “Aqui moramos em uma casa, o que não era possível no Rio, por causa do preço dos imóveis. Minhas filhas brincam na rua e vão a pé para a escola.”

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