Em Alphaville, arquitetos recebem prêmio do Desafio Casa AQUA

Realizado pela Inovatech e Cipasa Urbanismo, concurso de casa sustentável em Alphaville destacou projeto que privilegia ventilação, iluminação e flexibilidade

Na última quarta (21), foi divulgado em uma cerimônia na Florense Alphaville o projeto vencedor do Desafio Casa AQUA, concurso realizado pela Inovatech Engenharia, em parceria com a Cipasa Urbanismo e apoio do CAD (Clube Alpha Decor). A proposta era destacar projetos de casas sustentáveis em lotes de diferentes tipologias de terrenos do Residencial Itahyê, que fica aqui na região. O resultado saiu de uma disputa entre 14 projetos finalistas de diferentes regiões do país. A avaliação dos jurados teve como critérios as categorias arquitetura bioclimática, sistema construtivo, materiais de construção sustentáveis e gestão de água e de energia.

Quem venceu o concurso foi a equipe composta por Breno Viana de Mendonça, Jonatas Pacheco Sant´Anna, Bruno Camargo de Moraes, Luana Carvalho Filho, de São Paulo, fez um projeto compacto, flexível e que minimiza o uso de tecnologias para prover conforto e saúde aos usuários.

De acordo com o júri, além de soluções passivas de sustentabilidade, o muro de contenção feito com pneus, a horta orgânica e a proposta de um shaft fizeram com que o projeto fosse escolhido. Outros pontos de destaque foram a planta bem resolvida, que proporciona flexibilidade aos ambientes; e a autossuficiência energética da edificação.

Receberam menções honrosas os projetos da Teto Arquitetura formada por Roberta Sampaio Firjam, Priscila de Souza Mauro, Eduardo P. de Almeida Pinto e Mariana Ferreira Santos, em Arquitetura Bioclimática, do Rio de Janeiro; a equipe da OM Arquitetos, composta por Isaac Amir, Marina M. de Souza Castanheira, Carlos Mello e Kaique Xavier, em Sistema Construtivo, de Ribeirão Preto; e o projeto da arquiteta Jessica de Faria Ribeiro, em Gestão de Água, de Campinas.

De Alphaville, dois projetos ficaram entre os finalistas: o de Roberto Rocha, e da equipe composta por Graciela Piñero, Natalie Fogagnoli, e Caroline Manuchakian – elas pensaram em um projeto que prioriza o perfil natural do terreno, a drenagem e a ventilação. A casa foi elevada acima do nível da rua para minimizar o impacto ambiental e maximizar a área permeável.

O júri foi composto por Gilles Alvarenga (Diretor de Operações Internacionais da ZED Factory), Rodrigo Mindlin Loeb (Titular do escritório Mindlin Loeb Arquitetura), Joana Baracui (Editora da Revista Arquitetura e Construção) e Miriam Addor (Presidente da AsBEA- Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura).

Como premiação todos vencedores da segunda fase foram agraciados com um troféu. Além da divulgação dos trabalhos na mídia, os projetos servirão como inspiração para os futuros moradores construírem as casas da segunda fase do Residencial Itayhê – que ainda será lançado pela Cipasa Urbanismo.

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