Luis Paulo Luppa: “Liderando equipes durante a pandemia”

É normal pensarem como última opção, ou até não considerar, desenvolver qualificações como vendedor, mas garanto que os aprendizados funcionam

Para motivar com eficácia, é preciso uma movimentação perfeita, com doses certas de emoção, comprometimento e esforço.

A tarefa requer uma liderança ativa, com foco no gerenciamento de equipes, visando uma caminhada contínua, homogênea e regada a engenharia humana. Engenharia humana é demolir, construir, reconstruir, reformar, adaptar e extrair tudo de positivo do individual em prol do coletivo.

Liderar executivos na condução de processos é bastante diferente de liderar guerreiros de vendas no fechamento de negócios.

Lógico que isso se associa à agressividade, mas você seria capaz de imaginar uma equipe de vendas “mansa”, que não “agride” o mercado? A agressividade é necessária, assim como na administração, pois até entusiasmo, motivação e vontade de vencer são grandes problemas quando mal administrados. Imagine seu pessoal de marketing buscando liderança de mercado com agressividade descontrolada…

A essência da verdade no mundo dos negócios é que alguns líderes meditam, aconselham e orientam. E outros focados e obcecados pelo resultado são verticais, disciplinados e centrados no objetivo, materializando os planos e colocando o tão sonhado resultado, o tão necessário dinheiro no caixa e o tão planejado lucro, dentro de casa.

Você não acha que é em um monastério que identificamos e enfrentamos os problemas? Você só desenvolve habilidades para atingir resultados se dedicando ao seu time.

Pense num time de vendas… É normal algumas pessoas pensarem como última opção, ou até não considerar, desenvolver qualificações como vendedor, mas garanto que os aprendizados são práticos e funcionam. O monastério está para as ruas assim como a teoria está para a prática. Para um líder de vendas, o templo é a casa do cliente, o mantra é o discurso de vendas e a meditação é o planejamento de visitas do dia seguinte.

Há alguns anos, o negócio era essencialmente gerar resultados. Hoje em dia, adivinha só? Continua sendo o mesmo. Em tempos difíceis como o que estamos vivendo, reclamar e buscar justificativas nunca estiveram tão em alta, por isso o líder deve focar as suas ações no que deve ser feito, no que pode ser feito e como deve ser feito. PRA CIMA!

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