O que os moradores de Alphaville estão aprendendo com o distanciamento social?

Com a palavra, nossos vizinhos: eles contam o que o isolamento social está nos ensinando em vários aspectos da vida

“Toda crise é uma oportunidade”, já dizia a máxima. Dessa vez, no entanto, a pandemia global vem se mostrando como um episódio sem precedentes, pelo menos na história moderna da humanidade, atingindo todas os lugares do mundo e classes sociais. Por aqui, na região de Alphaville, a Vero vem cuidando, em todos os canais digitais, de noticiar os fatos – de fontes seguras – mas também de perpetuar uma corrente do bem, ressaltando as coisas boas da crise. Foi assim que nasceu a ideia de perguntar aos nossos vizinhos, o que eles tem aprendido com o momento de incerteza. O resultado – que nos enche de esperança – você confere a seguir.

“Tenho aprendido a importância de olhar mais para dentro, trabalhar a mente e exercer a gratidão, sentimento fundamental para a percepção da verdadeira felicidade. Pra mim, ficou mais nítido também que o que gera realmente felicidade e bem-estar é o convívio presencial com as pessoas que a gente mais ama, como os familiares e amigos” Luciano Casella, 39 anos, coach


“Aprendi que o ser humano é capaz de se reinventar a cada dia. A ausência de contato físico distancia somente aqueles que já não eram tão próximos e nos faz perceber o valor real de cada relação humana. Voltei a ser criança e a valorizar o lápis de cor, a tinta, a areia e até as pedrinhas… Aprendi, enfim, que nada pode ser desperdiçado: nem o tempo” Stella Marandola, 32 anos, médica


“Tenho aprendido a cuidar melhor de mim, olhar mais para ‘dentro’. Valorizar coisas simples, que antes pareciam bobas. Amar mais, orar mais e agradecer mais” Vanessa Savoia, 29 anos, escrevente notarial


“Que nós somos super adaptáveis e conseguimos nos reinventar frente as necessidades. Aprendemos a ser mais solidários e empáticos. E a valorizar pequenas coisas antes esquecidas”. Ana Beatriz Cintra, 50 anos, psicóloga


“Aprendi a criar uma nova rotina, que inclui home office, tarefas domésticas e o método educacional da escola do meu filho, fazendo as atividades com ele. Isso tem me ajudado na interação maior com a família e na espiritualidade” Adriana Nunes Henriques, 46 anos, farmacêutica-bioquímica


“Aprendi a me adaptar a situações não esperadas, sem desespero, com fé e confiança, dando valor às coisas pequenas, a convivência do dia a dia. E cada vez mais dando valor a vida” Augusto Pisati, 63 anos, médico


“Em primeiro lugar, estou usando parte do meu tempo para minhas crenças: louvar a Deus! E, por incrível que pareça, nunca pensei que poderia ser tão feliz em casa apenas com a companhia do meu marido. Isso veio para nos mostrar que os nossos quase 50 anos de casado valeram a pena” Maria Carmen Pinto da Silva, 69 anos, pedagoga


“Estou amando esse tempo em casa. Consigo ajudar minhas filhas nas lições, com envolvimento real nas atividades, percebendo suas virtudes e pontos que precisam de reforço. Nenhuma professora observaria tão bem. Consigo estar com meu marido o dia inteiro. Roubo minutos de suas pausas no trabalho para tomarmos juntos um café ao sol e, pela primeira vez, consigo ver, ouvir e entender exatamente sua profissão. Jamais conseguiria valorizar seu trabalho de outra forma tão real. Tenho cuidado da minha casa com mais zelo. Tenho tempo e disposição para limpar aqueles cantinhos que sempre deleguei para terceiros, cuido melhor do meu jardim, das nossas roupas, faço com calma minhas receitas favoritas, aprecio os almoços e jantares em família, curto os passeios noturnos com os cachorros, descobri novas formas de manter a piscina mais limpa por mais tempo. Tenho brincado muito mais com as meninas, inventado jogos, servindo de modelo para ser maquiada e massageada. Tenho plateia diária nas aulas de hit aeróbica e amigas para dividir um namaste na hora da Yoga. Poderia ficar horas confessando como o isolamento está me fazendo mais feliz! Tudo na vida sempre tem um lado bom!” Sol Sotille, 45 anos, chef de cozinha


“Tenho aprendido a trabalhar de casa e me relacionar bem mais com minha filha” João Zini, 43 anos, advogado


“Tenho experimentado estar mais tempo com minha esposa, ajudando-a nos afazeres domésticos, me dedicando a culinária e afinando, assim, nossos laços. Vejo que com muito pouco podemos viver alegres, apesar de tudo” Silvio Barbosa, 59 anos, representante comercial


“Aprendi que precisamos de paciência, positividade e saúde mental. Que nessa vida tão corrida, onde preenchemos nosso tempo o tempo todo, precisamos saber parar. Parar pra aproveitar a casa, a família ou simplesmente você! Por fim, aprendi a olhar ao próximo e enxergar porque, às vezes, você olha e nem vê” Maria Fernanda Ferreira,  44 anos, fonoaudióloga


“No trabalho, descobri uma nova forma de gerenciar um time remotamente: implementei um modelo de gestão extremamente eficaz com engajamento em nível máximo – treinamentos constantes, momentos de descompressão e resultado. Na família, consegui algo depois de seis anos: almoçar com meu filho todos os dias, beijá-lo a cada intervalo de reunião e fazer com que ele não sinta vontade de sair de casa. Meu marido, idem. As relações se aproximaram genuinamente” Bianca Machado Costantini, 40 anos, gerente sênior


“A preocupação por trabalhar é tão grande por todos que estão criando iniciativas diferentes, algumas relevantes e outra não; ao mesmo tempo, acredito, geramos uma carga de trabalho excessiva. Já em relação a família, creio que essa forma ‘obrigatória’ de se juntar mais pode nos render bons frutos. Aprendi também que minha casa é um lugar maravilhoso para descansar. Mas não o tempo todo [rs]!” Jimmy San Miguel, 41 anos, engenheiro


“‘Aprendi’ a ler, a cozinhar e a meditar” Eliane Mattos, 50 anos


“Aprendi a pensar em diferentes maneiras para manter o trabalho remoto e em como desenvolver a resiliência” Cynthia Maranhao, 43 anos, médica


“Tenho aprendido que os planos mudam, independentemente da nossa vontade” Andrea Butscher, 51 anos, assessora de eventos


“Até pela idade, estamos, minha esposa e eu, obedecendo rigidamente a quarentena. O que mais faz falta é a presença física dos filhos, que não nos visitam mais, para evitar a eventual proliferação do vírus. Só nos vemos pelo vídeo quando conversamos pelo celular. Caminhamos no térreo, dentro da área do condomínio, para nos exercitarmos e tomarmos sol. Não é fácil! Haja palavras cruzadas e outros jogos virtuais pelo celular para ajudar a ‘empurrar o tempo’. E assim vamos levando, com muita ‘serenidade’” Antônio César Guardini, 74 anos, administrador


“Tenho aprendido a valorizar o comum, o ordinário. No dia a dia, às vezes, a gente acha que precisa de tanta coisa… Com o confinamento fomos obrigados desacelerar e consequentemente a valorizar aquilo que acontece dentro das nossas casas. E como é sensacional ter tempo para ver nossos filhos crescerem, observar calmamente cada sorriso, cada nova conquista” Deborah Werner, 32 anos, advogada


“Aprendi a ter calma, a cuidar da minha casa e principalmente a ter paciência. Sempre tem alguém carregando uma mochila mais pesada que a nossa… Sempre tem alguém com um problema maior que o nosso e temos muito que agradecer pelo que temos” Anna Paola Russo Grosso, 43 anos, Coordenadora de escola


“Neste momento tenho tido tempo para estar em família. Almoçar e jantar com todos juntos. Com a correria do dia a dia isso não acontecia” Ana Maria Barrichello, 54 anos, pedagoga


“Aprendi a ser mais compreensiva e agradecida à vida. Também estou dando mais valor a minha saúde psicológica e reavaliando minha vida profissional, tentando encontrar alternativas que me permitam viver mais com a minha família. Também aprendi a dar mais valor a cursos on-line, sejam pagos ou gratuitos” Bruna Domingos, 31 anos, relações públicas


“Tenho aprendido que é possível criar uma nova cultura de produtividade com a equipe e de maior liberdade. Não importa o local, a responsabilidade continua e não podemos deixar a peteca cair” Noara Pozzer,  34 anos, empresária


“Aprendi que desacelerar é incrível. Estava no automático há nove anos. Esse confinamento tem me proporcionado viver coisas tão naturais, simples e necessárias que chegam a me emocionar. Larguei o celular, pratiquei o ócio, esqueci do tempo. Literalmente, vivi o momento presente” Olivian Moioli, 40 anos, fotógrafa


“Tenho aprendido a cada dia valorizar o tempo com meus filhos adolescentes e estamos reaprendendo juntos a curtir as menores coisas, como lavar a louça juntos (um lava, o outro seca e outro guarda). Um resgate do que fazia com meus avós e que ficou perdido em meio a tecnologia e a falta de tempo em casa. Aprendemos a rir mais, além de descobrirmos particularidades um do outro que eu como mãe ainda não tinha percebido. Não posso dizer ‘ainda bem’ porque esse período tem sido sofrido pra todos, mas posso dizer ‘menos mal’, pois estamos vivenciando, com essa quarentena forçada, momentos únicos em família” Paulinha Cardoso, 44 anos, jornalista


“Confirmei o que acredito há muitos anos: neste planeta não pode haver ilha de felicidade cercada de miséria por todo lado. Nem o muro do presidente Donald Trump impediu que o vírus invadisse sua ‘ilha de felicidade’” Luciano Mendes de Aguiar, 86 anos, engenheiro


“Sou empresário de contabilidade e estou mantendo o atendimento aos clientes em home office. Isso foi ótimo para nos mostrar que conseguimos ter nossa equipe de colaboradores com trabalhos mais focados” Claudio Aníbal Cleto, 63 anos, empresário


“Já valorizava muito meu lar, mas passei a pertencer mais a ele. Hoje ele é meu santuário e desfruto todos os cantinhos, faço pequenas mudanças, olho com a alma. Também aprendi que a saúde e a família são nossos bens mais preciosos” Debora Matarazzo, 60 anos, empresária


“Aprendi que não existe coisa melhor do que a liberdade de ir e vir e que minha família é uma benção, meu maior patrimônio” Andrea Bernardo, 43 anos


“Fui surpreendida com a necessidade de reforçar as pessoas sobre a ideia de que somos gregários; e que a sociedade só vai se curar se todos nós colaborarmos da mesma forma. Nunca imaginei que era preciso implorar às pessoas para que se importassem com as outras” Bruna Versetti Negrão, 35 anos, advogada


“Aprendi a fazer home office. Achava que era impossível administrar a parte financeira da empresa a distância. Tivemos que preparar tudo para essa nova adaptação. É difícil separar os horários de trabalho estando em casa, mas estamos conseguindo” Regina Celete, 60 anos, empresária


“Sinto falta das minhas atividades fora de casa e das viagens. Mas, apesar disso, não me sinto triste ou desanimada, pois tenho apoio de minha família. Mesmo a distância, estamos sempre nos falando e nos vendo através da tecnologia. Procuro ocupar meu tempo lendo, cozinhando novos pratos e fazendo artesanato” Vilma Sfiengo, 73 anos, aposentada


“Estou há três semanas trabalhando em home office e, por sair totalmente da minha rotina diária, tenho aprendido a me disciplinar com os horários profissionais e atividades pessoais. Levanto no mesmo que horário que costumo acordar para ir ao trabalho, preparo meu café, tomo meu banho e começo a trabalhar. Leio os e-mails, participo de reuniões diárias via conferências. Faço uma pausa de uma hora para almoço e continuo no período da tarde. Procuro não ultrapassar as 19h. Apesar de estarmos em casa, acho que temos que distribuir o tempo e nos dedicarmos para a vida pessoal também. Adoro preparar meu jantar e já deixar alguma comida pronta para o almoço do dia seguinte. No meu tempo, assisto documentários, programas de gastronomia, moda, viagens, esportes, etc. Mas o mais importante de toda essa pandemia é que tenho visto que as pessoas estão tentando se ajudar mais. No meu condomínio, alguns estão se propondo a fazer algo diferente para animar os vizinhos. Na semana passada teve um rapaz que tocou saxofone. Todo mundo aproveitou das varandas o som maravilhoso. Alguns dias depois uma moça se propôs a cantar e também foi muito legal e animador. É muito legal descobrir, em um momento difícil como esse, que temos pessoas talentosas muito próximas e, se não fosse essa quarentena, talvez não tivéssemos a oportunidade de conhecê-los. Nesses dias teve até um DJ que também alegrou os moradores” Sonia Miranda, 56 anos, especialista em comércio exterior


“Aprendi a sair do automático e a me conectar mais comigo mesma para melhorar alguns aspectos da minha vida. Parei para pensar naquelas situações que sempre me incomodaram e, agora, com mais tempo, estou criando o hábito de sentir quais emoções me despertam e quais necessidades preciso atender com esses sentimentos. Já ando planejando mudanças com todos esses insights. E, finalmente, estou colocando em prática um curso de comunicação não violenta que fiz há tempos!” Adriana Mattos, 52 anos, professora de comunicação e liderança


“Mesmo já tendo como prática o home office, ter isso como determinação, impedida de ir e vir, acaba fazendo você refletir de uma maneira diferente. Sobre tantas coisas que tenho vivido e visto, essa quarentena me fez ver o poder da solidariedade entre as pessoas, a compaixão, e, sem sombra de dúvidas, a fé! Poder ver as pessoas buscando Deus mostra uma transformação grande. Acredito muito que sairemos disso tudo muito melhores. Sairemos menos egoístas, mais solidários, mais humanos!” Fabiana Rosa, 39 anos, relações públicas


“Criar rotina ajuda muito. Tenho acordado pela manhã e meditado, o que ajuda meu dia fluir melhor. Também é importante é fazer uma atividade física em casa. Ocupo-me das tarefas da casa ouvindo músicas alegres para animar. Também tenho estudado à distância (EAD) para aprender algo novo. Evito os noticiários para manter minha mente centrada no positivo, na fé. Leio livros que estavam esperando na estante e, no fim do dia, faço minhas orações. Também gosto de cozinhar algo novo para o jantar, vários chefes ensinam zilhões de receitas na internet. Faço encontros on-line, por videochamadas, com familiares e amigos para darmos risadas e energizar uns aos outros. O mais importante: penso no próximo, em como posso ajudar. Que seja com doação de sabonetes para asilos. De algum jeito, procuro fazer minha parte. Fácil não é, mas se acreditarmos que tudo passa, até as catástrofes passam. Não seremos os mesmos, mas poderemos ser melhores” Andrea Colen Sarubbi, 53 anos, escritora e palestrante


“Resiliência! Aprendi a olhar as coisas com um novo olhar. Não temos o controle de nada, respirar é um presente!” Ivone Brisola Bassani, 40 anos, empresária e professora


“Trabalhar remoto e ficar o dia todo com o filho. A maior lição está sendo a empatia” Gutemberg Araújo, 39 anos, advogado


“Vivemos numa corrida sem ter um ponto de chegada. A quarentena nos fez dar uma freada brusca na vida, repensar o que realmente nos importa: saúde e família. Ela está nos dando a oportunidade de nos encontrar” Natalie Garthoff, 43 anos, gerente administrativa


“Cozinhar em casa, brincar mais com o meu filho, ter muita paciência com as atitudes egoístas das pessoas, ver o mundo desde outra perspectiva. Estamos no mesmo planeta, todos temos o mesmo problema, precisamos ter paciência com esse isolamento e lembrar que temos pessoas lutando contra este vírus todos os dias, estudando e tentando minimizar o risco para todos” Maria Luisa Guzman, 42 anos, médica


“Aprendi que todos temos mais valores do que imaginamos. Vejo pessoas se reconectando com amigos antigos, mesmo que à distância, curtindo mais suas famílias, tirando projetos ou sonhos da gaveta e tendo momentos de reflexão profunda sobre a vida que estão levando. Essa quarentena veio pra expandir nossa consciência. Temos que levá-la de lição para o resto da vida para não deixarmos que os benefícios dela só durem enquanto ela acontecer” Luck Esprega, 29 anos, empresário


“Além do tempo que despendemos melhorando qualidade de vida, cuidando da alimentação e de questões psicológicas tais quais leitura, exercícios físicos e até melhoria no convívio familiar, é tempo de exercitar cidadania, enxergar o outro como a si próprio. Como pai de família e responsável por minhas três filhas, tenho filtrado notícias exageradas e tido boas conversas, aconselhando, em função da loucura que vivemos. Temos o dever moral de ensinar o correto e valoroso aos nossos filhos, pois é a única maneira de termos um país melhor. Emanem boas energias e tenham boas atitudes, somos humanos e falhamos sempre, todos os dias, mas temos o dever de aprender com nossos erros e melhorarmos sempre” Gilberto Lima, 43 anos, engenheiro


“Tenho enviado Reiki tanto para as pessoas próximas (familiares e amigos) como para o planeta Terra. Todos os dias, visualizando a cor azul, e emanando amor, luz e cura. É um momento de colocar à prova todos os ensinamentos de expansão de consciência e reforma íntima, para acolhimento de todas as pessoas abertas e prontas para mudar seu modo de agir. Precisamos olhar para as ações baseadas na ajuda ao próximo, ou seja, mudar o paradigma do ter para o ser” Sheila Gonzalez, 41 anos, enfermeira obstetra e terapeuta


“Este recolhimento forçado me fez questionar o modo de vida que vinha levando (família, trabalho, relacionamento, dinheiro, etc.). Tenho me dedicado mais à família, continuo fazendo exercícios com sempre fiz e, o mais importante, revi coisas interrompidas e me deparei perplexo com a necessidade de um plano de contingência pessoal e empresarial” Valdemir Ribeiro, 57 anos, consultor e psicanalista


“Aprendi a aproveitar o aconchego da minha casa, a curtir minha família e a aprimorar os comandos da minha cachorra” Janaina Carius, 43 anos, nutricionista e educadora


“Confirmei o que já sabia e ensino aos meus pacientes: em momentos de crise precisamos ser criativos e sairmos melhores. Estou aproveitando para fazer cursos on-line. Sem contar que posso estar na presença dos meus pais e filhos, cuidando deles com ainda mais amor e valorizando ainda mais um abraço” Taiza Renata, 45 anos, psicóloga


“Eu fiz uma lista de coisas que eu não fazia porque não parava em casa e coloquei em prática, comecei a meditar (tem vários aplicativos gratuitos) e a praticar yoga, além de reforçar o vínculo afetivo com a minha esposa e filhos. Espero que quando sairmos dessa, sejamos seres humanos mais humanos” Jacques Alvarenga, 37 anos, gestor público


“Tenho aprendido a trabalhar em casa com uma criança pequena (risos). E também que o tempo passa mais rápido se tiver planejamento. Aqui em casa já estamos há 16 dias de quarentena e nem sentimos passar, muito pelo contrário, faltam horas nos nossos dias” Vanessa Reolon, 35 anos, aromista


“Eu aprendi a valorizar mais alguns momentos. O isolamento parece ser ruim, mas traz coisas boas, como ficar mais com a família, cozinhar algo mais saudável, arrumar algum cômodo da casa, ler, ver filmes e estudar. Quando isso tudo passar, vou reviver tudo aquilo que é prazeroso, como sair com pessoas especiais, sair para jantar e pegar um cineminha” Rodolfo Fabiani, 21 anos,  analista de marketing


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