Diretora da Castanheiras já escreveu livro e fez parte de programa do Ministério da Educação

Conheça a história de Débora Vaz, diretora da Escola Castanheiras em Alphaville

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Débora Vaz é autora de um dos livros didáticos mais adotados em São Paulo | Foto: Zé gabriel

O que é ser uma mulher forte? Para Débora Vaz, diretora da Escola Castanheiras em Alphaville, é ser trabalhadora, ter ambição e, acima de tudo, ter generosidade. Em sua vida, a educadora encontrou muitas mulheres assim, com quem ela aprendeu muito. “Sou filha de uma mulher que sempre esteve à
frente do seu tempo, que trabalhava fora. Então eu já tinha uma perspectiva diferente da minha geração”, conta. Nascida em São Paulo, Débora desde muito nova queria ser educadora, mas foram duas professoras na faculdade de Pedagogia que lhe fizeram ter certeza da profissão. “Eu as achava geniais, queria ser como elas.” E então, em 1987 formou-se na Pontifícia Universidade Católica (PUC), mas a luta para conquistar um lugar no mercado de trabalho estava no começo. “O número de mulheres que são professoras e pedagogas é grande, mas nos cargos de ministros e secretários, por exemplo, a presença masculina é muito mais forte.” Entretanto, ela não se intimidou e foi além: foi consultora no Programa de Formação de Professores Alfabetizadores do Ministério da Educação (PROFA) e escreveu o livro didático “Projeto Presente Língua Portuguesa”, um dos mais adotados em São Paulo. Aos 51 anos, quase 30 de carreira, casada e mãe de duas meninas, Débora tornou-se referência, como aquelas mulheres em que ela buscou se inspirar um dia. “Às vezes, tinha dúvidas do caminho que estava seguindo, mas hoje o que sinto é orgulho de tudo.”

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