Sorria, você está vivendo em condomínio mais do que nunca! Confira histórias e pesquisa sobre a vida atrás dos muros

Todo mundo tem algo para contar sobre esses tempos: seja uma boa ação, as relações entre os vizinhos ou sobre sua experiência no condomínio durante a quarentena

Histórias de vizinhos em condomínio!

“Temos algumas histórias, porém três são as mais legais. A primeira foi o conflito entre moradores que queriam e não queriam a entrada de prestadores de serviço no condominio. Então, resolvemos fazer uma votação por zoom com a diretoria e o conselho e aprovamos a entrada. A segunda: um amigo infartou e todos nos mobilizamos para tentar salvá-lo. Médicos que moram lá e vizinhos se juntaram nessa tentativa. Infelizmente, ele faleceu e uma semana depois fizemos a abertura da quadra de tênis com uma placa em homenagem a ele. Apesar de tudo, foi lindo ver a união de todos. E, por fim, devido ao desemprego e toda situação atual, criamos um grupo de WhatsApp para divulgar produtos e serviços de moradores para serem consumidos por todos que quisessem ajudar a movimentar a economia.” Flávia Cavalcanti, executiva de vendas, moradora do  Valville 1


“Com o isolamento social, as pessoas desapareceram das áreas sociais, mas felizmente, no nosso condomínio, temos uma amizade muito forte com um casal. Essa amizade surgiu antes da pandemia, quando nos conhecemos pela igreja da comunidade e descobrimos que morávamos no mesmo lugar. Mesmo nesse momento difícil, mantivemos nossos laços de amizades e percebemos que poderíamos nos encontrar pessoalmente, deixando o virtual de lado. Foram muitas noites de boa conversa, de oração, de boas refeições com excelentes vinhos. Para finalizar, quantas máscaras engraçadas que víamos durante a espera e recebimento de um delivery, até de máscara de cachorro me deparei com algum morador inovador e hilário”. Gutemberg Araújo, advogado, morador do Bosques de Tamboré


Foto da vizinha Andreia Frattini

“Quando nos deparamos com a pandemia, nossa vizinha, Andreia Frattini, criou um grupo de WhatsApp entre os moradores focado em promover compra e venda de serviços e produtos dos empreendedores do próprio condomínio. Aos poucos o grupo foi crescendo e angariando moradores, interessados no alto nível dos produtos e serviços indicados. Tem pessoas que vendem roupas confortáveis para trabalhar em home office, máscaras, artesanatos, pijamas, organizam festas de aniversário em casa, fazem delícias para um lanche ou café da tarde e muito mais. Com tudo isso, comemoramos o aniversário do meu filho (que foi dia 29/4) só com comidinhas de fornecedores daqui. A Andreia também inventava a cada dia uma coisa pra alegrar os vizinhos: fez crepe, dia da sopa, carne louca, pão de queijo, churros, tudo para distribuir de graça por aqui, dá pra acreditar?” Gina Pimentel Trancoso Costa, engenheira de computação, moradora do Valville 1

 

 


“No meu condomínio, as adaptações foram muito humanizadas. As áreas foram isoladas com rapidez e concordância de todos. Álcool gel e máscara foram disponibilizados e utilizados por todos. Até o lixo passou a ser recolhido neste período por andar para evitar a circulação dos moradores. A limpeza também foi intensificada. Ou seja, deram um exemplo de adequação às regras” Edson Queiroz, advogado e coach, morador do Village

 


“Moro no mesmo condomínio e na mesma rua há 23 anos. E fui surpreendida nesta pandemia por tanto amor e solidariedade entre os vizinhos. Eu mesma depois de um período difícil, pude realmente sentir o amor e a união… recebi sopa da “Vivi”, doces, pão caseiro, tortas, telefonemas perguntando se eu precisava de algo. Foi incrível o que um distanciamento social faz com as pessoas. Une pelo coração” Dayana Bialski, relações públicas, moradora do Residencial 9

 

 


“Eu não tinha a menor ideia do que é passar o dia dentro de um apartamento, dividindo o tempo de concentração entre trabalho, exercícios físicos e meditação, mas também com obras e a música alta dos vizinhos, além da criançada brincando. Realmente, os desafios vão além de superarmos o próprio vírus. Por outro lado, entendo que devemos, sim, colocarmos-nos no lugar do outro e entendermos que esse é e sempre foi o dia a dia de um condomínio. E como conviver com esse paradoxo? Não é simples, mas devemos ter empatia com toda e qualquer situação. Procuremos experimentar de forma objetiva e racional o que sente e vive o outro indivíduo para tentarmos compreender a situação vivenciada por ele” Renan Ghelardi, Gerente de TI, morador do Hit


“Nesses tempos pude ver minha vizinhança muito solidária e prestativa”, Antonio Sergio Campos, aposentado, morador do Residencial 9

 

 

 

 

 

 

Pesquisa com moradores

Como é a vida em condomínio com todo mundo passando mais tempo em casa? Cerca de 200 moradores de Alphaville, Tamboré e Aldeia da Serra responderam a nossa pesquisa pelas redes sociais e e-mail. Confira o resultado!

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Escrito por
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