Renata Nunes: “O que os games me ensinaram sobre liderança”

Através dos games desenvolvi amizades, aprendi inglês sozinha, conheci pessoas de diferentes cidades e até um namoradinho online. Os tempos mudaram, não é mesmo!?

Muitos de nós sonhamos em ter um projeto ou fazer algo que realmente acreditamos e, na vida adulta, dependendo do caminho profissional que escolhemos, acabamos por nos tornar responsáveis pelo desenvolvimento desse projeto e principalmente de todas as pessoas que estão envolvidas no sonho que se materializou. Empreender hoje no Brasil é um grande desafio e, para quem decide caminhar nessa jornada, liderança é tema obrigatório.

Então hoje, vou compartilhar um pouco da minha história com vocês, de como os games me prepararam para essa jornada e como me tornei extremamente grata por isso.

Nasci em uma cidade bem pequena, chamada Barra do Garças – MT, mas o destino da vida me levou a morar em várias cidades: Goiânia, Anápolis, Andradina, Rio de Janeiro, entre outras. Então de alguma forma, os games se tornaram meu “refúgio” diário durante a adolescência. E apesar de existirem muitas polêmicas em torno dos games, consigo hoje reconhecer o que eles me trouxeram de positivo.

Através dos games desenvolvi amizades, aprendi inglês sozinha, conheci pessoas de diferentes cidades e até um namoradinho online. Os tempos mudaram, não é mesmo!?

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Os games que dominaram minha adolescência como Mario Bros e Ragnarok prezam pela evolução constante através de fases e níveis de evolução. O jogo só continua, se você “atingir certo nível” e para atingir esse nível, você precisa ganhar experiência. Mas para ganhar experiência, você precisa enfrentar diferentes desafios e fases, o quê em algumas circunstâncias não será possível de ser feito sozinho.

Então se pensarmos em termos de liderança e negócios, cada colaborador da equipe representaria um personagem do jogo, que é essencial para a evolução de fases, níveis e continuidade do jogo, assim como os inúmeros desafios que precisamos enfrentar diariamente para evolução do negócio.

Hoje, meu pensamento de “evolução constante” eu devo aos games pois, a cada novo desafio eu penso: estou apenas ganhando “experiência nessa fase” para ficar mais forte e “passar para o outro nível”.

E no final, não estamos todos buscando essa evolução diária em nossos projetos?

Agora meu conselho para quem tem em casa um filho que é viciado em games é: procure ser curioso sobre o tipo de jogo que ele se interessa e o por quê ele gosta tanto daquilo. Também vale trazer esse tipo de reflexão e abrir uma conversa divertida sobre isso.

Para finalizar, vale enfatizar que essa reflexão só veio com a vida adulta e com a experiência de ter aberto uma agência de marketing digital.


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